Inspirado em Ana Luiza Noronha e Tatiana Lara, tesouros que Brasília me deu de presente.

Tem gente que passa e nem late. Tem uns que nem que eu me mate. Tem gente que prefere o resgate. Mas tem gente que o santo bate… E aí rebate, acerta, é completo até que o amor vire empate. Três a três onde todos saem ganhando. Esse final é o meu predileto. E não tem quem me prove o contrário. Eu tô cagando pro seu veto. Quando o assunto é estar com os bons, eu quero que seja por perto. Mas pode ganhar o mundo também. O amor é leve, solto, amplo, liberto… E nessa soma tão boa de fazer, o que importa é estar certo de que o sorriso de quem faz bem vale mais que um caminho já aberto. E que 1 mais 1 mais 1 é = a outro novo, só que completo.

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