Gente difícil me tira a paciência. Não vejo motivo para tanta exigência. Não vejo razão nem conveniência. Não vejo audácia, tampouco inocência. Eu vejo é falácia, falta de consciência. Eu vejo preguiça de ter coerência. Gente difícil me tira o sossego, até me dá sono, eu quero desapego. Quero coragem e que vire do avesso. Quero o selvagem, não quero apelo. Mas gente difícil me tira a esperança, me deixa sem rumo, sem confiança no mundo que segue sem cor nem mudança. Porque nada é pior do que gente difícil, que acha que arrasa, que tem segurança, mas que no fundo retorna à velha cobrança. Que saco essa história de nada estar certo. Me deixa ser fácil com meu peito aberto… Tipo criança sem adulto por perto. 🙂

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