Mude! Quando não tiver mais o que fazer, dê a volta, troque, revire-se. Pense fora da caixa, não tenha aquela velha opinião formada sobre tudo. Saia de casa, saia da rotina, saia do armário. Mude de opinião, mude de cidade, mude de par, se quiser assim. A gente tá aqui e daqui a pouco não está mais. Questiono até a necessidade da coerência. Que graça tem andar no trilho? A vida passa rápido demais para sermos um só. Seja vários, não seja, des-seja, reseja. Quando cansar, volte a ser, foda-se, seja o que quiser. E mude sempre! Até porque, é um saco ser a mesma coisa a vida inteira. A gente perde a razão às vezes, a gente perde a cabeça, perde a vergonha, se perde. E daí? Liberdade é não ter que fazer a escolha certa. E orgulhoso é quem não tem coragem de voltar atrás. Você é livre ou não é? Corajoso ou não é? É você mesmo ou não é? Eu sou, mas amanhã posso não ser. E o que o mundo tem com isso? A gente vive pisando em armadilhas, encarando bifurcações, nadando com tubarões… A gente se arrisca a vida inteira sem escolha, pra se privar dos riscos que a gente pode aproveitar? Que merda, né? Eu só quero ser, não importa como. Se for de outro jeito, a gente muda. E se não der, a gente inventa. Vai dar… Sempre.

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